Não há linha de produção.
Há uma bancada, e o tempo que cada peça exige.

O TRABALHO

A Ourée é uma ourivesaria de arte. Cada joia é feita à mão, uma por vez, da fundição do metal ao acabamento final, sem produção em série e sem processo automatizado.

O repertório vem de livros antigos, de acervos de museu, de formas que atravessaram séculos e continuam de pé. Nada disso é copiado. É estudado, interpretado e transformado em peça com identidade própria.

Atelier Ourée Gravando à mão na bancada

O OURIVES

Aqui quem desenha é quem executa.

Não sou só o designer da marca. Sou o ourives. Isso muda tudo, porque o processo não passa de uma mesa pra outra, nem de uma mão pra outra.

Uma peça começa numa ideia e vai direto pra bancada. É lá que eu testo, e é no teste que ela se decide. O metal responde, a forma cede de um jeito que eu não tinha previsto, e muitas vezes o que sai é melhor do que o que eu tinha imaginado. Uma peça que nasce inteira no papel é uma peça que nunca foi questionada.

Paulo Jurdin de pé no atelier Paulo Jurdin no atelier

A BANCADA

O atelier é pequeno e silencioso. Um lugar de concentração, pesquisa e experimentação, onde a matéria encontra forma com intenção e cada detalhe é acompanhado de perto.

Por isso o volume é limitado. Produzir menos é o que permite criar com profundidade, e é o que separa uma peça feita de uma peça fabricada.

Bancada de ourivesaria Paulo Jurdin na bancada

O REGISTRO

Depois que a peça se resolve na bancada, ela é desenhada, nomeada e registrada em ficha técnica. O croqui, a medida, a pedra, o peso, tudo fica documentado.

O desenho vem para registrar o que a mão decidiu, e não para ditar o que ela deve fazer. É isso que constrói, ao longo do tempo, o arquivo de memória da marca. Cada joia que sai daqui tem origem rastreável, e continuará tendo daqui a vinte anos.

Arquivo e acervo do atelier Ourée

Cada joia é um gesto, um pensamento e uma permanência.

SÃO PAULO