Poucos símbolos atravessam tanto a mitologia grega quanto a serpente. Aparece na cabeça de Medusa, transformando em pedra quem ousasse olhá-la. Aparece enrolada no braço de Higeia, deusa da saúde, o mesmo gesto que virou símbolo de farmácia até hoje. E aparece antes de tudo isso em Ofíon, a serpente primordial que governava o céu antes dos próprios titãs.

Nem sempre era temida. Trocava de pele e parecia renascer, por isso os gregos também a ligavam à cura, à renovação, ao tempo que volta sobre si mesmo.

GRAECIA nasce dessa ambiguidade.
Prata 950 e rubi natural,
a serpente que ameaça e a que protege, na mesma peça.

Brinco Medusa Brinco Medusa Brinco Medusa

GRAECIA

BRINCO MEDUSA

R$ 1.697,00

Medusa era uma das três Górgonas, mulheres com serpentes no lugar dos cabelos, cujo olhar transformava em pedra quem a encarasse. Perseu a decapitou usando um escudo espelhado, pra nunca precisar olhá-la diretamente, e sua cabeça seguiu sendo usada como arma muito depois da morte, presa ao escudo da deusa Atena.

O brinco retoma essa serpente enroscada, presa junto à cabeça, olhos de rubi acesos.

Prata 950 e rubi natural, engastado à mão. Como nenhuma peça é igual à outra, cada par sai singular do atelier, e será o único daquela forma.

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Anel Ofíon Anel Ofíon

GRAECIA

ANEL OFÍON

R$ 1.497,00

Ofíon era uma serpente primordial que, segundo a tradição órfica, governava o céu ao lado da deusa Eurínome antes mesmo do reinado dos titãs. Foi derrotado por Crono e lançado ao oceano, mas seu nome, que significa simplesmente serpente, sobreviveu como um dos mitos de criação mais antigos da Grécia.

O anel se enrola no dedo do mesmo jeito que Ofíon se enrolava ao redor do mundo.

Prata 950 e rubi natural, engastado à mão. Como nenhuma peça é igual à outra, cada anel sai singular do atelier, e será o único daquela forma.

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Choker Higeia Choker Higeia

GRAECIA

CHOKER HIGEIA

R$ 2.897,00

Higeia era a deusa grega da saúde, filha de Asclépio, sempre representada com uma serpente enrolada no braço ou bebendo de uma taça que ela segura. É dessa imagem antiga que vem o símbolo usado por farmácias até hoje, uma serpente enrolada numa taça.

A choker é um aro rígido fechado no pescoço, protegendo bem onde o pulso da vida passa.

Prata 950 e rubi natural, engastado à mão. Como nenhuma peça é igual à outra, cada choker sai singular do atelier, e será a única daquela forma.

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A ORIGEM

Parte inferior de uma estátua de Higeia, Metropolitan Museum of Art

Parte inferior de uma estátua de Higeia alimentando uma serpente. Mármore romano do século I ou II d.C., cópia de um original grego do século III ou II a.C.

Na Grécia a serpente não era o animal do mal que o ocidente inventou depois. Era o bicho que troca de pele e recomeça inteiro, e por isso ficou ligado à cura. Higeia, filha de Asclépio, era representada alimentando uma serpente com as próprias mãos, e nos santuários onde os doentes se reuniam havia serpentes vivas circulando entre eles.

Desta estátua sobrou a metade de baixo. O original grego desapareceu, restou a cópia romana, e da cópia restou o corpo sentado e a serpente. O rosto de Higeia não atravessou os séculos. A serpente atravessou.

É essa a forma que GRAECIA retoma. Não o símbolo, o animal.

Metropolitan Museum of Art, Nova York (03.12.11a) · domínio público